Câncer de Pele Não Melanoma: Prevenção, Diagnóstico e Tratamento

O Câncer de Pele Não Melanoma (Carcinoma Basocelular - CBC e Carcinoma Espinocelular - CEC) é o tipo de câncer mais frequente no Brasil e está diretamente ligado à exposição solar crônica e sem proteção. Este guia detalha as características clínicas de cada lesão (ferida que não cicatriza, mancha que cresce), a importância da Dermatoscopia para o diagnóstico e as diversas modalidades de Tratamento de Câncer de Pele, que incluem a Cirurgia Micrográfica de Mohs, a Cirurgia Convencional, a Crioterapia e a Terapia Fotodinâmica, visando a cura total com o melhor resultado estético e funcional.
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Dermatologista

Dra. Camila Laranjo
CRM: 56593-MG | RQE Nº: 35325 | RQE Nº: 35326

Câncer de Pele | Dra. Camila Laranjo | Dermatologista

Câncer de Pele Não Melanoma: Rastreio Precoce, Prevenção e Opções de Tratamento de Câncer de Pele com Curabilidade Máxima

O Risco da Exposição Solar Crônica: Foco no Câncer de Pele Não Melanoma

O **Câncer de Pele Não Melanoma** é, de longe, o tipo de câncer mais incidente na população global, e sua principal causa é a exposição acumulada e desprotegida à radiação ultravioleta (UV). Embora o Melanoma seja o tipo mais agressivo e conhecido, os Carcinomas Basocelular (CBC) e Espinocelular (CEC) são muito mais comuns e, felizmente, apresentam altas taxas de cura quando detectados precocemente. A Dra. Camila Laranjo, especialista em Dermatoscopia e Oncologia Cutânea, enfatiza que o **Tratamento de Câncer de Pele** deve ser realizado com a máxima precisão para garantir a eliminação completa da lesão e o melhor resultado estético, especialmente na face.

A conscientização sobre os sinais de alerta e a realização de exames de rotina (Check-up Dermatológico) são as ferramentas mais poderosas na luta contra o câncer de pele.

Os Dois Tipos Mais Comuns: CBC e CEC

É crucial que pacientes e médicos saibam identificar as características clínicas de cada tipo de carcinoma, que geralmente surgem em áreas expostas ao sol:

  • **Carcinoma Basocelular (CBC):** O tipo mais frequente (cerca de 80% dos casos). Geralmente cresce lentamente, tem baixo potencial de metástase, mas pode ser localmente invasivo. Manifesta-se como:
    • Pápula perolada, translúcida, com pequenos vasos sanguíneos na superfície.
    • Ferida que sangra facilmente e não cicatriza após semanas.
    • Mancha avermelhada e plana que parece uma cicatriz.
  • **Carcinoma Espinocelular (CEC):** O segundo tipo mais comum. Tem um potencial maior (mas ainda baixo) de metástase que o CBC. Manifesta-se como:
    • Nódulo avermelhado, áspero, com crosta ou descamação, que cresce rapidamente.
    • Ferida crônica ou úlcera que não cura, muitas vezes em lábios ou orelhas.
    • Pode surgir em áreas de cicatrizes antigas ou lesões crônicas.

O Diagnóstico: Dermatoscopia e Biópsia

Ao identificar uma lesão suspeita, o dermatologista utiliza a **Dermatoscopia** (um aparelho que amplia e ilumina a lesão) para examinar as estruturas internas. Este exame não invasivo aumenta drasticamente a precisão diagnóstica. A confirmação definitiva, no entanto, é sempre feita pela **Biópsia Cutânea**, onde uma pequena amostra da lesão é removida e enviada para análise histopatológica.

Opções Avançadas no Tratamento de Câncer de Pele

O **Tratamento de Câncer de Pele** é escolhido com base no tipo histológico, no tamanho, na localização e no risco de recorrência da lesão. As técnicas mais eficazes incluem:

1. Cirurgia Micrográfica de Mohs

Considerada o padrão-ouro para o **Tratamento de Câncer de Pele** (especialmente o CBC) em áreas nobres e de alto risco de recorrência (face, nariz, orelhas). A técnica consiste em remover a lesão em camadas finas e examinar 100% das margens cirúrgicas imediatamente, no laboratório anexo ao centro cirúrgico. Isso permite que o cirurgião remova apenas o tecido doente, preservando ao máximo o tecido saudável e garantindo a cura mais alta com o menor defeito estético possível.

2. Excisão Cirúrgica Convencional

Remoção completa da lesão com margens de segurança pré-determinadas. É o tratamento mais comum para CBC e CEC de baixo risco e em locais com pele abundante (tronco, membros).

3. Tratamentos Tópicos e Destrutivos

Para lesões muito superficiais, pequenas ou em pacientes com múltiplas lesões (campo de cancerização), podem ser utilizadas opções menos invasivas:

  • **Terapia Fotodinâmica (TFD):** Aplicação de um creme fotossensibilizante e posterior irradiação com luz para destruir as células cancerosas.
  • **Crioterapia:** Congelamento da lesão com nitrogênio líquido. Mais utilizada para lesões pré-cancerosas (Queratoses Actínicas) ou CBCs muito pequenos.
  • **Cremes de Quimioterapia Tópica (Imiquimode, 5-Fluorouracil):** Aplicados diretamente na lesão, utilizados para CEC e CBCs superficiais.

Prevenção: O Primeiro Passo e o Mais Importante

A melhor forma de **Tratamento de Câncer de Pele** é a prevenção primária:

  • **Protetor Solar:** Uso diário, com FPS 30 ou mais, e reaplicação a cada 2-3 horas.
  • **Roupas e Acessórios de Proteção:** Uso de chapéus, óculos de sol e roupas com proteção UV.
  • **Evitar o Sol de Pico:** Evitar a exposição solar intensa entre 10h e 16h.

O rastreio anual com a Dra. Camila Laranjo é fundamental para a detecção precoce de lesões. Lembre-se: o **Câncer de Pele Não Melanoma** é curável se descoberto no início. Priorize sua saúde cutânea.

Se você ou alguém próximo precisa de ajuda especializada, agende uma consulta com a Dra. Camila Laranjo. Venha já visitar a nossa clínica.

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